Grupos de Discussão
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Abaixo a relação dos Grupos de Discussão do Hipertexto 2009.

 

Dr.  Madson Gois Diniz (UFCG) - Ver grade de apresentações - PDF

01 - HIPERTEXTO, CIBERCULTURA E ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS

Este grupo reunirá reflexões sobre o ensino de línguas estrangeiras sob a ótica hipertextual, debatendo sobre os direcionamentos teórico-metodológicos, seus respectivos desdobramentos na leitura e na produção textual, a inserção de aparato tecnológico (blogs, Orkut, flogs, podcasting e portfólios eletrônicos), bem como a formação de novas identidades/alteridades na cibercultura. Tentaremos responder à seguinte questão: quais os impactos que o hipertexto e a cibercultura têm gerado no ensino de línguas estrangeiras?


 

Dr.  João Batista Santiago Sobrinho (CEFET-MG) - Ver grade de apresentações - PDF

02 - HIPERTEXTO, LITERATURA, HISTÓRIA E MEMÓRIA CULTURAL 

Este grupo reunirá discussões ecléticas sobre hipertexto em vários campos da linguagem, como, por exemplo, na história, no cinema, na literatura, na web. Trata-se de um grupo marcado pela diferença e pelo ecletismo, propiciando, assim, várias perspectivas da hipertextualidade. Das “origens” ao “infinito da linguagem”. De acordo com Barthes, tudo é texto e qualquer novo texto reúne fragmentos de citações passadas, pedaços de códigos, modelos rítmicos, fragmentos de linguagens sociais, etc., que passam através do texto e são redistribuídos dentro dele, visto que sempre existe linguagem antes e em torno do texto. Nestes, as redes são múltiplas e se entrelaçam. Este texto é uma galáxia de; não tem início; é reversível e nela penetramos por diversas entradas, sem que nenhuma delas possa qualificar-se como principal.


 

Dra.  Solange Mittmann (UFRGS) - Ver grade de apresentações - PDF

03 - A PÁGINA COMO ESPAÇO DO DIZÍVEL E DO NÃO-DIZÍVEL

Serão discutidas as possibilidades de leitura de hipertextos diante, por um lado, do efeito de "todo" que o ciberespaço provoca, como um arquivo em que lá tudo estivesse, e, por outro, das determinações sobre o que, efetivamente, pode ser dito e interpretado a partir de posições assumidas. Isso nos conduz a perguntar sobre como funciona esse jogo entre o dizível e o impossível de dizer quando o efeito de fronteiras é posto em xeque. E também sobre como o não-dito constitui o dito no hipertexto.


 

MsC. Carlos Frederico de Brito d'Andréa (UFV) - Ver grade de apresentações - PDF

04 - PROJETOS E PROCESSOS NA WEB COLABORATIVA

Este grupo pretende aproximar pesquisas e experiências baseadas em ferramentas e práticas da web colaborativa, ou web2.0, caracterizada pela participação do público na elaboração e na edição de conteúdos em texto, foto, vídeo, etc. São bem-vindos trabalhos sobre blogs, wikis, podcasts e folksonomia, entre outros conceitos, assim como discussões sobre os desafios e possibilidades da colaboração via web nas áreas de Comunicação, Jornalismo, Linguística Aplicada, Educação, Ciência da Informação e afins.


 

Dra. Valesca Brasil Irala (Unipampa) - Ver grade de apresentações - PDF

05 - ORKUT E YOUTUBE: A SALA DE AULA X O COTIDIANO (OU TUDO MISTURADO)?

Este grupo discutirá o uso do Orkut e do Youtube na vida cotidiana (de alunos e professores) e seu impacto (direto ou indireto) na sala de aula. Por outro lado, reunirá pesquisadores interessados em discutir propostas pedagógicas que propõem integrar esses recursos às aulas, na Educação Básica e/ou no Ensino Superior. Serão discutidas questões teórico/metodológicas que problematizem propostas de ensino que levem em conta a emergência de um novo tipo de sujeito, chamado por Veen & Vrakking de “Homo zappiens”.


MsC. Regina Cláudia Pinheiro (UFC)

06 - LETRAMENTOS NA WEB E EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA - Ver grade de apresentações - PDF

Este grupo discutirá os novos letramentos demandados para a educação à distância, tendo em vista a necessidade de letramento digital para um bom desempenho em cursos on-line. Também é nosso objetivo debater sobre cursos on-line cujo material didático (não) aproveita as potencialidades que as tecnologias oferecem, a fim de que seus interagentes possam (ou não) participar ativamente e discutir as temáticas abordadas.


Dra. Inês Signorini (Unicamp) - Ver grade de apresentações - PDF

07 - LINGUAGENS E INTERFACES HIPERMIDIÁTICAS

Este grupo contempla três eixos interrelacionados, a saber: o eixo do uso e do funcionamento de recursos linguísticos, hipertextuais, gráficos e audiovisuais em ambiente de hipermídia; o das interações e interfaces entre o humano e as TIC em ambiente de hipermídia; e o da organização e do gerenciamento de redes sociotécnicas de produção, controle e avaliação da informação tecnocientífica e cultural numa sociedade democrática. Compreendemos a hipermídia em função de suas quatro características básicas: utilização de diferentes linguagens, tais como verbais (textos), visuais (fotografias, desenhos, gráficos, etc), sonoras (efeitos sonoros), audiovisuais (filmes, jogos, simulações); articulação de diferentes blocos de informação em hipertextos; recursos de apoio à navegação (mapas, roteiros, sistemas de busca); e interação com o usuário. Enfatizando as relações entre esses três eixos, esperamos buscar subsídios para a avaliação crítica do funcionamento de linguagens e interfaces hipermidiáticas em redes e práticas sociais consideradas relevantes.


 

MsC. Maria Elisa Rodrigues Moreira (UFMG) - Ver grade de apresentações - PDF

08 - HIPERTEXTO E LITERATURA: POR UM MODELO RETICULAR DE LEITURA

Este grupo discutirá a utilização do hipertexto como modelo teórico reticular, conforme a abordagem de Pierre Lévy ("O hipertexto é talvez uma metáfora válida para todas as esferas da realidade em que significações estejam em jogo"). Acreditamos que tal abordagem permita que se lancem sobre os textos literários "tradicionais" novos olhares, possibilitando leituras enriquecedoras e complexificadoras da literatura, e estabelecendo diálogos profícuos entre a tecnologia e a ficção, não apenas no campo da criação, mas também no da crítica e no da teoria literárias. Trataremos, assim, tanto de reflexões teóricas sobre a temática quanto de leituras literárias que se utilizem do hipertexto como operador de leitura.


 

Dra. Ana Maria Nápoles Villela (CEFET-MG) e MsC. Ediléa Félix Corrêa (PUC-SP)
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09 - ATIVIDADES HIPERTEXTUAIS: O QUE NOS DIZ A PRÁTICA

  Há muita teoria sobre os efeitos pedagógicos do uso do computador, mas pouca reflexão e pouca contribuição do profissional que está na sala de aula. Este grupo discutirá resultados de pesquisas e relatos de experiências sobre a interferência, positiva ou negativa, das tecnologias digitais de informação e comunicação no processo de ensino-aprendizagem, com o intuito de obter uma visão de como o hipertexto digital contribui para o ensino e a aprendizagem nas escolas e como professores e alunos se apropriam dele.


 

Dr. Marcelo El Khouri Buzato (Unicamp) - Ver grade de apresentações - PDF

10 - LETRAMENTOS DIGITAIS, APROPRIAÇÃO TECNOLÓGICA E INOVAÇÃO

Pressupondo (i) que toda prática social que envolve (novas) tecnologias reflete uma tensão entre design/configuração e uso/apropriação, e (ii) que essa tensão constitui um campo fértil para a inovação (pedagógica, lingüística, tecnológica, etc.), este grupo focaliza letramentos digitais em situações limite, isto é, que envolvam populações marginalizadas, conflitos interculturais ou objetos new media não legitimados institucionalmente, entre outros. Objetivamos discutir formas de desobstruir a inovação pedagógica em torno das TIC.


 

Dra. Carla Viana Coscarelli  - Ver grade de apresentações - PDF

11 - PROPOSTAS PEDAGÓGICAS MEDIADAS POR MÍDIAS DIGITAIS

Este grupo debaterá a respeito dos usos que são ou poderiam ser feitos das mídias digitais como suporte pedagógico. Reuniremos pesquisas, relatos de experiência, propostas e iniciativas de uso das mídias digitais em práticas pedagógicas, dentro ou fora da escola. Como instituições de ensino têm se apropriado de tecnologias digitais – as mídias móveis, o computador, a internet, softwares educativos, entre outros – para propósitos educacionais? Quais têm sido as agências de letramento digital? Como tais agências de letramento digital têm atuado? Que letramento(s) é(são) favorecido(s) por essas agências? Como tem sido a reação dos alunos? A colaboração é sempre uma realidade? Há resistência de alunos e professores ao uso de mídias digitais como recursos pedagógicos? Que habilidades de leitura e escrita as tecnologias digitais exigem dos usuários? Como têm sido os cursos ministrados a distância ou na modalidade semi-presencial?


Dr. Luiz Fernando Gomes - Ver grade de apresentações - PDF

12 - LETRAMENTOS MULTIMODAIS: INTERFACES ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO COTIDIANO ESCOLAR

Este grupo reunirá pesquisas e estudos teóricos e práticos, finalizados ou em andamento, envolvendo questões relativas aos usos dos diferentes sistemas semióticos no cotidiano escolar. Buscamos compreender como as linguagens dos novos meios (imagens, músicas, vídeos) estão sendo combinadas com palavras, na composição de textos digitais; quais práticas de uso das modalidades semióticas de comunicação estão sendo incorporadas pelos usuários dos meios eletrônicos na construção de sentidos, tanto receptiva quanto produtivamente; como e em que contextos elas estão ocorrendo e de que forma a escola tem participado na realização de eventos de letramento, quer em atividades curriculares ou extracurriculares.


 

Dr. Valdir Silva (Unemat) - Ver grade de apresentações - PDF

13 - COMPLEXIDADE/ CAOS COMO LÓGICA DE INVESTIGAÇÃO NA WEB

Este grupo discutirá as práticas sociais dos sujeitos que se inserem na web com base na teoria da complexidade/caos. Quando aplicados ao contexto da web, esses conceitos apresentam-se bastante plausíveis, pois a rede se conforma em um sistema extremamente complexo. Tomada na perspectiva vygotskiana, a web é, antes de tudo, um artefato cultural, que apresenta uma natureza social e uma dimensão cultural no que concerne à sua estrutura e ao seu funcionamento. Logo, é um meio midiático e de mediação entre o que ela sustenta e veicula (textos, hipertextos, vídeos, sons, sistemas de comunicação, etc) e o sujeito interactante. A web é um sistema estruturado com base nos subsistemas (partes) que a constituem, ou seja, tudo aquilo que ela abriga em seu interior. É um sistema cuja dinamicidade é totalmente dependente das ações humanas, tanto das que o constroem como, principalmente, das que nele se inserem e criam as inter-relações entre os elementos do universo virtual e os do universo real. É no entremeio da complexidade de cada um desses universos que se coloca o sujeito – e o computador – que amalgama esses dois universos e, nesse processo, institui per si uma hiper-realidade, ainda mais complexa e dinâmica.



 

Dra. Giani David Silva (CEFET-MG) e
Dr. Jerônimo Coura Sobrinho (CEFET-MG) - Ver grade de apresentações - PDF

15 - A HIPERTEXTUALIDADE COMO ELEMENTO CONSTITUTIVO DO DISCURSO MIDIÁTICO

Este grupo reunirá reflexões sobre a dimensão discursiva de textos produzidos pela mídia. Considerando que algumas comunidades discursivas existem desde os tempos mais remotos e outras, porém, são formadas com o avanço tecnológico, é possível reconhecer práticas sociais distintas e a elas associar situações de comunicação específicas às quais se relacionam diferentes gêneros textuais. Assim, ao lermos, estabelecemos relações extratextuais, intertextuais e intratextuais. Textos veiculados por diferentes suportes midiáticos trazem em si a hipertextualidade, já que somos levados a cruzar informações que se agrupam em um mesmo espaço. Ver um programa de televisão ou ler uma revista requerem o estabelecimento de relações múltiplas que envolvem diferentes signos (verbais, icônicos, gestuais...), assim como o cruzamento com informações fornecidas pelo próprio veículo ou por outros contextos. Pretendemos aqui debater a hipertextualidade como elemento constitutivo do discurso midiático.


 

Dra. Olga Valeska (CEFET-MG) e Dr. Wagner Moreira (CEFET-MG) - Ver grade de apresentações - PDF

16 - A IMAGEM COMO HIPERTEXTO: POÉTICAS HETEROGÊNEAS

Este grupo discutirá o processo de criação, de expressão e de recepção da imagem no campo literário. A imagem será contemplada em sentido amplo, abarcando os modos verbal, visual e sonoro. Nesse sentido, podemos considerar que ela se desdobra, por exemplo, como fator de tensão entre a organicidade do verso e a espacialização da página. Também propomos uma abertura dialógica que a aproxima do universo sonoro e visual figurativo, seja sob a égide do desenho, da fotografia ou do cinema, seja sob a marca musical em sua diversa manifestação. Todo esse universo pressupõe uma variedade de suportes tecnológicos, desde o impresso, passando pelo telemático e chegando ao cibernético. A ideia de hipertexto será o operador de leitura para promover uma reflexão sobre as múltiplas variações imagéticas usadas como instauradoras de sentidos. 


 

Dra. Ana Elisa Ribeiro (CEFET-MG)

17 - EDIÇÃO E NOVAS TECNOLOGIAS - Ver grade de apresentações - PDF

Este grupo reunirá discussões em torno dos processos de edição impressa ou digital, desde que atravessados ou afetados pelas novas tecnologias. Por processos editoriais compreendemos as práticas de produção de todo tipo de livro, jormal, revista, site, portal, CD, DVD, CD-Rom, conquanto não sejam produtos publicitários ou com características que fujam à natureza dos produtos editoriais. Abordaremos problemas que tocam os campos da linguagem, do design, da editoração de forma geral, incluindo etapas pré e pós-impressão ou disponibilização.


 

 

Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais
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